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Perita do Rio de Janeiro gestora da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos homenageada

A perita criminal do Rio de Janeiro Tatiana Hessab de Castro Aranha, lotada no Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense - IPPGF, foi homenageada neste dia 05/12 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A distinção foi entregue pelo Ministro Sérgio Moro e se refere ao trabalho da perita criminal como membro do Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos - RIBPG - no Biênio 2018-2019, reconhecendo o trabalho desenvolvido com excelência e sua contribuição para o fortalecimento da segurança pública brasileira.

“Estendo essa homenagem a todos que tornaram o sucesso da RIBPG possível, em especial aos peritos criminais e legistas do IPPGF, que demonstram grande capacidade científica e muito empenho” acrescentou Tatiana Hessab em entrevista.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública espera que, até o fim de 2022, todos os criminosos que hoje cumprem pena por delitos violentos tenham seu material genético coletado e incluído no Banco Nacional de Perfis Genéticos. A medida serve para permitir a identificação de egressos do sistema carcerário que voltem a infringir a lei e, assim, agilizar o esclarecimento de crimes.

“O governo acredita nesta política pública e entende que ela é extremamente relevante”, declarou Moro, explicando que, dentre os vestígios biológicos encontrados em cenas de crimes que podem ser comparados com o material previamente armazenado no Banco Nacional de Perfis Genéticos estão o sangue, sêmen, fios de cabelos. Segundo Moro: “Basta passar um cotonete na boca para recolher a saliva de onde serão extraídas as células contendo o material genético. É algo como uma moderna impressão digital”.

“O escopo dos investimentos vai ser ampliado. Não será focado apenas nos laboratórios, mas também na melhoria dos processos. Principalmente em relação à preservação e perícia dos locais de crimes. Para o Banco de Dados ser eficiente, o processo todo tem que ser eficiente. Desde a coleta [de provas e vestígios genéticos] até a [comparação] no Banco Nacional”, disse Guilherme Silveira Jacques, coordenador da RIBPG da Secretaria Nacional de Segurança Pública.



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